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Fiscalização contra covid-19 visitou 306 estabelecimentos e interditou três por desrespeito ao decreto

A Prefeitura de Campo Grande reforçou a fiscalização para combate ao decreto criado para frear a disseminação da Covid-19

A Prefeitura de Campo Grande reforçou a fiscalização para combate ao decreto criado para frear a disseminação da Covid-19. A operação contou com a participação de 85 agentes, entre guardas municipais e servidores da Semadur, Vigilância Sanitária, Agetran e Procon Campo Grande.

Os agentes, espalhados em 30 viaturas, percorreram as sete regiões de Campo Grande, visitando 306 estabelecimentos. Os empresários foram orientados sobre regras de biossegurança e três foram autuados e interditados por desrespeito as normas do decreto.

Um bar, na Joaquim Murtinho, foi interditado por aglomeração, em desrespeito ao decreto contra Covid-19. O estabelecimento funcionava com música ao vivo após o toque de recolher e não respeitava o distanciamento mínimo entre os presentes.

Outros dois estabelecimentos, na Marquês de Pombal, região do Tiradentes, e Na Rua da Divisão, no Jardim Parati, foram interditados por funcionar com a presença de público nas mesas durante o toque de recolher (entre 21 e 5 da manhã), o que é proibido no decreto contra Covid-19.

O prefeito Marquinhos Trad acompanhou o início da operação e falou sobre a difícil, mas necessária tarefa da equipe. “Vocês estão calejados em sair pela nossa cidade para ajudar a salvar vidas. Nós temos uma missão muito importante que é de orientação, mas aqueles que reincidirem em desobedecer tem que chamar a segurança pública para tomar as providências dentro da lei. Eu peço que tenham paciência neste trabalho, que sabemos que é difícil, mas que vai ajudar Campo Grande”, afirmou.

Os fiscais se dividiram em grupo pelas sete regiões de Campo Grande. Drones foram utilizados para auxiliar a Guarda Municipal na busca por festas clandestinas. Equipes da Agetran realizaram blitz especificamente para combater a combinação álcool e direção, que causa acidente e também contribui para superlotação de leitos.Presidentes e diretores da Associação Comercial,  Câmara de Dirigentes Lojistas e Associação Brasileira de Bares e Restaurantes acompanharam o início da operação e aprovaram o trabalho realizado para punir quem desrespeita o decreto e pode prejudicar empresários que atuam dentro das normas de biossegurança.

“As decisões da Prefeitura sempre foram muito acertadas, até porque o prefeito Marquinhos Trad sempre tomou suas decisões ouvindo toda a sociedade. Quando as decisões são pautadas desta forma, elas são mais acertadas porque ouve os anseios da população”, declaro o primeiro-secretário da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, Roberto Oshiro.

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