Agronegócio

O Boletim do Suíno de maio está disponível no site!


Cepea, 15/06/2021 – Nesta edição, confira: 

Mercado em maio
Em maio, o mercado do suíno vivo foi marcado pelo desaquecimento das vendas domésticas de carne. A baixa procura pela proteína suína, por sua vez, levou agentes da indústria a reduzirem a demanda por novos lotes de animais. Do lado da oferta, no entanto, produtores estiveram bastante preocupados quanto aos elevados custos de produção, especialmente os de alimentação. Neste caso, o alto preço do milho e do farelo de soja fez com que muitos suinocultores não conseguissem segurar animais na granja, ofertando-os a valores reduzidos, para escoar a produção. Leia mais.

Preços e exportações
Com o mercado doméstico enfraquecido ao longo de maio, um dos fatores que garantiu o escoamento da produção foram as exportações, que estiveram aquecidas no mês. Além disso, o preço médio da carne embarcada também subiu. Leia mais.

Relação de troca e insumos
Os elevados preços do milho e do farelo de soja, os principais insumos da atividade suinícola, resultaram em um cenário bastante desafiador ao pecuarista nacional. Em maio, a relação de troca de suíno vivo por milho e farelo foi mais desfavorável do que a de abril. Após iniciarem o mês de maio registrando leves avanços, os preços do suíno caíram com força nas semanas seguintes, pressionados pelas lentas vendas internas. Em contrapartida, os valores dos principais insumos da atividade, milho e farelo de soja, tiveram leve aumento na média mensal, contexto que reduziu o poder de compra de suinocultores frente a esses alimentos. Leia mais.

Carnes concorrentes
Com demanda interna enfraquecida, os preços da carne suína caíram significativamente em maio, elevando a competitividade desta carne na comparação com as demais concorrentes, proteínas bovina e de frango. Leia mais.

Fonte: CEPEA

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